quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

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 O Brasil é mesmo um país privilegiado em ÁGUA DOCE e CHUVAS; para se produzir seiscentos gramas de soja nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são usados 1.800 litros de água (doce das chuvas); Expliquemos cientificamente para não morrermos na ignorância, nem cairmos na tentação do conto do vigário; A produção de SOJA por hectare é de 6.000 kg, ou 600g por m2; a oferta de chuvas varia de 1.500mm a 2.300mm ao ano, média de 1.800mm, ou 1.800 litros de água doce das chuvas por m2; embora a oferta de chuvas, inverno, dure de 5 a 7 meses, e a soja do plantio a colheita do grão seco leve 90 dias, não pode chover na época do grão seco, pois assim apodrece a vagem e os grãos, fazendo com que o agricultor programe o plantio de soja para a colheita no fim da invernada; quer dizer: mesmo com 6 meses de chuvas, e soja de 3 meses de vida não há como se fazer duas colheitas de soja, por ano, que no caso seriam 600g de soja (em cada colheita) para 900 litros de água doce; Porém o mais grave, em termos de desperdício de água DOCE na produção de alimentos é que pode-se produzir um quilo de soja, leguminosa, com apenas 120 litros de água doce das chuvas, e 600g de soja são produzidos com menos de 90 litros de água doce das chuvas, o que significa dizer que no BR, país da água doce se dão ao desprezo, perda, fuga de 1.800-90= 1.710 litros de água doce, em 1m2 de SOLO com soja, em 150 a 210 dias de INVERNO, de chuvas com SOLO úmido. NB: é possível ZERAR a fuga de água por evaporação com tecnologia acessível de baixo custo; A planta colhe a água do chão úmido por intermédio das raízes; mas a chuva SERVE para lavar o CORPO da planta, limpando os poros e os estômatos para a respiração, transpiração e fotossíntese.



Assim foi respondido cientificamente.
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Parece brincadeira, mas esta é a primeira vez que esta Informação científica circula no Brasil, e provavelmente é desconhecida em outras partes da Terra.

A monocultura é destruidora da natureza e da vida. As imensas areas desmatadas desestabilizaram o clima brasileiro, tropical e sensível, sem a proteção das matas nativas interligadas. As chuvas regionais, brandas, regadoras e supridoras dos lençóis freáticos já não existem mais. No lugar ocorrem tempestades localizadas e devastadoras, levando tudo o que encontram pela frente. Temperaturas escaldantes e batendo recordes a cada ano que passa, projetam que as queimadas destruirão as ilhas de vegetação nativa que sobraram, colocando o Brasil numa situação de risco irreversível.. Ao contrário do que "especialistas" do clima dizem, essas mudanças não são cíclicas, mas em crescente acentuação, dando dados bem concretos de que o Brasil caminha para a desertificação. As áreas já desertificadas do Nordeste irão se alastrar para as regiões Centro-oeste e Sudeste. O homem imbecil destruiu tudo o que mantinha sua sobrevivência. A água vem de cima e é necessário que se mantenham as condições com matas nativas suficientes para que haja temperatura e evaporação uniforme, e assim as chuvas caiam uniformes em todo o território. Estamos a caminho de muito sofrimento e o governo não se interessa pela vida. Saúde e conforto de sua população. Mas vamos continuar lutando, mesmo que essa luta seja inglória.

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