Frente Parlamentar Ambientalista do Rio Grande do Norte

DIA DA DESERTIFICAÇÃO – Áreas severamente degradadas no Semiárido brasileiro são detectadas em mapeamento da cobertura vegetal
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Um novo mapeamento da
cobertura vegetal do Semiárido brasileiro, feito pelo Laboratório Lapis, permite identificar a existência de áreas degradadas na região. Na porção norte do Nordeste brasileiro, onde houve maior reverdecimento da vegetação, em razão das chuvas frequentes, detectou-se com clareza essas áreas degradadas (vermelho muito intenso, no mapa). Já da área central até o sul da região, a seca já tem impactado a cobertura vegetal, desde o mês de abril.
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O mapeamento semanal atualizado da cobertura vegetal no Semiárido brasileiro, gerado no software livre QGIS, com dados do período de 03 a 09 de junho, permite identificar as áreas com cobertura vegetal saudável ou sob influência da estiagem.
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O mapeamento da cobertura vegetal possibilita detectar não só o início e o fim de uma seca, mas também monitorar sua intensidade, duração e impactos. Em especial, permite detectar as secas-relâmpago. São secas rápidas e de curta duração (cerca de 30 dias no Brasil), com impactos severos na vegetação e umidade do solo.
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Em 2009, o Laboratório implantou um protótipo para gerar o mapa de NDVI de frequência diária, para todo o Brasil. Esse modelo foi aperfeiçoado e calibrado, de modo que hoje, são divulgados mapas semanais cobrindo todo o território brasileiro. O produto foi processado com dados do satélite Meteosat-10 e resolução de 3 km.
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LIVRO GRATUITO – Este mapa é um dos produtos de satélites gerados com a aplicação do método “Mapa da Mina”, do Laboratório Lapis. Para conhecer como funciona o mesmo método usado pela equipe interna do Lapis, baixe o e-book gratuito mais completo do Brasil “Como dominar o QGIS: o guia definitivo para mapeamento”:
https://mapadamina.org.br/qgisSeverino MedeirosImagem por satélites da vegetação e do Solo, quarto e quinto elementos retrata fielmente as "variáveis" climática/atmosféricas dos outros elementos, já que todos são INTERDEPENDENTES; isto é patente em fotografias aéreas, de 1.983/85, da Caatinga RN/PB/PI, quando dos estudos (na SUDENE) para se buscar a área para depósito do lixo nuclear BR (se comparado a imagens de hoje, das mesmas áreas); o VERDE, ou o seco (citado nesta postagem) por conta das chuvas de 2.024 não se sustenta - aumentará a área seca e diminuirá a área verde; nas áreas secas (do mapa) menos de 400mm de chuvas; nas áreas verdes mais de 800mm/ano; " O vegetal escolhe o lugar para NASCER e VIVER de acordo com os 4 Elementos e suas variáveis atmosféricas", de tal forma que as espécies vegetais em São Gonçalo do Amarante - RN, ponta da zona da mata NE, não é a mesma vegetação(espécies, porte, densidade) em Riachuelo-RN, Agreste a 50km de distância; plantas nativas na zona da mata NE, como a IMBAÚBA, azeitona, Jenipapo, Pau-brasil, não se adaptam ao Solo, índice pluviométrico, umidade do Ar, temperatura, pressão.... do agreste NE.
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