quinta-feira, 2 de novembro de 2017

2º Ato, do Inferno de Dante, na prática: considerando-se que em nossa cultura, nossa literatura o DIABO mora nas entranhas da Terra, nas profundezas, embaixo, as obras e ações do governo e comunidade acadêmica brasileiras criaram, nessa demonstração do Inferno, condições de acesso fácil e triunfal para o Príncipe das Trevas, com obras da engenharia brasileira que simulem uma bem representativa - um buraco vertical no chão revestido com anéis de cimento armado, e na ENTRADA uma placa atraente, bonita, de identificação com os timbres e nomes de algumas de milhares de instituições brasileiras dirigidas pelos mais próximos agentes do CAPETA, de tal forma a não haver dúvida de quem manda e governa o BR.
Comentários
Damião Medeiros Como argumento para que o governo e a comunidade acadêmica BR convencesse o OME semiárido a permitir a construção da entrada nº 1.219 do Inferno,em sua propriedade, no RN (chega a mais de 200 mil bocas, entradas do infernos só nessa modalidade, e são 20 modelos e 20 milhões de obras e ações, só nos últimos 15 anos, nos 800.000 km² de semiárido. A lavagem cerebral no NE parte do princípio de a obra vai produzir água permitindo a "convivência com a seca"; os agentes do governo e das empreiteiras vão primeiramente as prefeituras do semiárido, e aos sindicatos dos trabalhadores rurais, onde distribuem algumas benesses (Entenda, propinas) com algum secretário municipal da área, e nos sindicatos, com o presidente e diretores, que juntamente com os agentes do governo, e das empreiteiras convencem o OME de que a COISA é boa e funciona.

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