domingo, 5 de novembro de 2017

Como mudar esse quadro dantesco para que a VIDA tenha vez por aqui.
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Damião Medeiros A água da chuva no semiárido é a única POTÁVEL no Brasil; nas regiões mais desenvolvidas - Sul e Sudeste é ácida por conta do progresso (envolvimento insustentável); na Amazônia e Centro-Oeste por conta da queima de madeira verde; porém a litosfera, o chão do semiárido, NU (sem cobertura vegetal permanente) há centenas de anos é impróprio para se captar e se armazenar água das chuvas; além do nitrato e cloreto de sódio tem muita matéria orgânica decomposta (fezes e restos mortais dos bichos), de modo que ao se precipitar no chão a água VIRA LIXO, e se permanecer armazenada no chão (em cima da terra, ou na entranhas - subterrânea) é totalmente inadequada para se beber, ou para se irrigar plantas. Os barreiros, buracos no chão á céu aberto 1,2,3 e 4 existem aos milhões, podendo-se ter 5 desses por km², Hoje já se admite que os mosquitos da dengue, da zica e da chicogunha se desenvolvem nesse lixo, mais uma desgraça por conta da ignorância e extravagância da seca. São 3 governos - central, estadual e prefeituras desperdiçando dinheiro público nesse TROÇO. Mas a comunidade acadêmica é que dar o aval (científico) para essas obras; com raríssimas exceções as faculdades, universidades no NEBR são quadradas - não rolam, não bolam; com mais de 90.000 imagens em nosso arquivo, sobre a seca, semiárido, água, chuvas, e sabendo que a seca, o atraso, a morte, as doenças no NE são criadas, impostas, promovidas, por essa comunidade acadêmica, conseguimos fotografar um dos seus membros (fogo 5) promovendo suas obras no NE, e gozando (rindo) da cara da gente.
Riso
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