Frente Parlamentar Ambientalista do Rio Grande do Norte
.

Degradação e redução histórica nas chuvas aumentam risco de savanização da
Amazônia, alerta mapeamento
.

Uma evidência curiosa foi encontrada no levantamento feito recentemente pelo Laboratório Lapis, com uso de dados de satélites, sobre a degradação da vegetação em todo o território brasileiro.
.

É que o estudo não se deteve apenas ao mapeamento da perda da vegetação, nas últimas duas décadas, nas regiões brasileiras. Também foram analisadas as áreas que mais foram expostas a queimadas e onde houve redução nos níveis de precipitação (chuva), no mesmo período.
.

Certamente não é uma mera coincidência. Compare os três mapas. Você vai observar que os locais onde houve maior perda da vegetação por desmatamento e maior incidência de queimadas, no período, foi justamente onde se registrou uma redução histórica nos volumes de precipitação.
.

Vale lembrar que o aumento na frequência e intensidade das secas, decorrente dos eventos climáticos extremos, têm elevado os impactos de degradação da vegetação, no território brasileiro.
.

Desse processo, expandem-se as áreas em desertificação no Semiárido brasileiro, enquanto a savanização ocorre na Amazônia. A desertificação ocorre quando as terras são degradadas de forma grave ou muito grave, em áreas, semiáridas ou subúmidas secas. Já a savanização é o processo irreversível de transformação de áreas ocupadas por densa vegetação em desertos parciais, tendo como principal agente a ação humana, especialmente na Amazônia.
.
1 comentário
Damiao MedeirosMuitos povos da Terra, inclusive na América do Sul, desapareceram ao explorar seus recursos naturais até a exaustão; temos (FEMeA) ao longo de 30 anos mostrado que o BR atingiu, já, o clímax da destruição a partir do NEBR onde as chuvas, por escassez, ou por excesso(na miopia caótica BR) são destrutivas; apesar desse envolvimento insustentável de +,ou - 300 anos, o BR, a área da Terra mais bem servida por chuvas, rios, solos, diversidade de vida animal e vegetal tem, ainda, 50 anos para contaminar, eliminar, esgotar todos os seus recursos naturais; o mesmo Homem que cria os problemas ambientais em seu meio, não tem ciência, nem, consciência para mudar esse quadro dantesco.
Nenhum comentário:
Postar um comentário