terça-feira, 16 de setembro de 2025

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 Publicação de Dilson


A condenação do general Augusto Heleno a 21 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) surpreendeu integrantes do Exército, que apostavam em uma pena menor ou até mesmo na absolvição do general, condenado por planejar um golpe de Estado e atentar contra o Estado Democrático de Direito.
“Foi um choque no Exército porque Heleno era um líder para a instituição. Foi comandante militar no Haiti e tinha a honraria de ter sido o primeiro colocado nas três escolas militares – o que não é algo muito comum”, afirmou a jornalista Mônica Gugliano, especialista na área militar, ao Contexto Metrópoles.
Heleno chefiou o Centro de Comunicação Social do Exército e foi comandante militar da Amazônia, um posto nobre, de 2007 a 2009. Foi nessa época, destacou a jornalista, que o general se desentendeu com o então governo Lula por criticar a política indigenista.
A condenação do general Paulo Sérgio, ex-ministro da Defesa de Jair Bolsonaro, a 19 anos também deixou generais “chocados”, segundo apuração da jornalista.
Os militares condenados pelo Supremo serão submetidos a julgamento no Superior Tribunal Militar (STM), que poderá declará-los indignos para o exercício da função. A partir disso, os comandantes poderão decretar a perda das patentes, o que, para os militares, é mais desonroso do que a própria condenação pelo STF.
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Metrópoles / Foto: Luis Hidalgo/ AFP
Geraldo Azevedo
Exército pertence a esquerda a serviço.
Wallace Ribeiro Santa Rosa
Julgamento comunista ridículo e arrumado...esperando uma justa reação dos militares patriotas...
Damião Medeiros
Ex-ministro, civil, das FFAA, ainda vivo, explica que se trata de revanchismo do atual governo, ainda por conta da revolução de 64, quando para debelar o ímpeto do comunismo, muitas das atuais autoridades governamentais foram presas, ou fugiram para outros países; O Brasil já testemunhou 25 movimentos com formato de guerra civil, inclusive encabeçadas por militares; na Cultura militar existe um sentimento, que é exercitado, chamado de espírito de Corpo em que uma agressão a um membro da Força significa ataque á Instituição, ultraje à pátria. Recentemente Deputado do Psol afirmou que esse ataque politico a membros das FFAA seria finalmente a forma de tirar a TUTELA do BR do poder dos militares; certamente ignorando que a Independência, a República foram movimentos levados a efeito por militares, sem a participação popular; outro fato estanho, contraditório, é que para criar um regime totalitário, de exceção, é preciso ter as FFAA a favor do movimento revolucionário. Temos dito!

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