Post de Blog Lucas Tavares
A tradicional Festa do Boi já tem data confirmada em 2025. Entre os dias 10 e 18 de outubro, o Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim, será novamente palco da maior vitrine do agronegócio do Rio Grande do Norte, reunindo milhares de visitantes, produtores e empresas do setor.
De acordo com o presidente da Associação Norte-rio-grandense de Criadores (ANORC), Matheus França, a edição deste ano contará com mudanças visíveis no espaço do evento. “Quem vem esse ano para a Festa do Boi já vai ver algumas coisas um pouco diferentes, procurando modernizar essa parte estrutural. Os nossos expositores também vão trazer pavilhões mais modernos e eventos diferenciados, sempre buscando atrair cada vez mais público”, destacou.
Durante nove dias, a programação reunirá mais de mil animais, leilões simultâneos, atividades culturais e intensa movimentação de negócios. Para o presidente do sistema FAERN/SENAR, José Vieira, a Festa do Boi reforça sua importância como espaço estratégico para o agro potiguar. “Vamos ter palestras, a carreta da Confederação Nacional da Agricultura, encontros das mulheres do agro, dos jovens técnicos, além de receber produtores de várias regiões. Serão dias extremamente proveitosos”, afirmou.
A iniciativa conta com o apoio do Governo do Estado, SEBRAE, Prefeitura de Parnamirim, Banco do Nordeste e Banco do Brasil. O secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Guilherme Saldanha, ressaltou a integração entre as instituições como um dos diferenciais do evento. “O SEBRAE está presente com ações de capacitação e melhoria produtiva. A própria Emater vai trazer caravanas do interior, pequenos produtores e agricultores familiares para acompanhar de perto as novidades. Também teremos treinamentos, minicursos e oficinas em parceria com o SENAR e a Federação da Agricultura”, explicou.
Severino Medeiros
Por falta d`água morreu meu gado, morreu de sede meu alazão; Em 96% do RN o governo decretou seca; seca significa fome, sede, miséria, atraso (IDH); açudes secos, poços secos, ou com água salgada; déficit hídrico; festejar essa desgraça seria no mínimo masoquismo; ou totalmente satânico.
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