domingo, 11 de agosto de 2024

23014 - "meio ambiente" é palavrão; carai., mano!

 Meio ambiente???? kkkkkkkkk. Diante desse panorama, medidas como a adoção de racionamento e rodízio no abastecimento de água entraram no radar de capitais como Salvador, Recife e Fortaleza.

No Grande Recife, já há rodízio nos municípios de Olinda, Abreu e Lima, Igarassu e Paulista –todos abastecidos pela Barragem de Botafogo, que tem atualmente apenas 12% de volume de água.
No mês passado, os cerca de 800 mil moradores dessas cidades passaram a ter um dia de abastecimento para cinco dias sem água.
Na capital, o fornecimento é normal, mas o racionamento não é descartado caso não chova o suficiente para manter o nível dos reservatórios até o final de julho, quando se encerra o período de chuvas no litoral nordestino.
Em Salvador, onde o último racionamento de água ocorreu há 45 anos, medidas emergenciais estão sendo adotadas para evitar um colapso do sistema.
Incrustada entre as cidades de Simões Filho e Camaçari, a represa Joanes 2 passará a receber água transposta da barragem de Pedra do Cavalo, que fica a 120 km da capital e é responsável por 60% do abastecimento da Grande Salvador.
A medida, porém, é tratada como um paliativo para equilibrar o sistema, já que a própria barragem de Pedra do Cavalo está em seu nível mais baixo das últimas décadas, com 22% de volume útil.
Caso o nível continue baixando, será necessária a instalação de bombas e equipamentos para captar água num nível mais baixo –medida adotada no sistema Cantareira durante os dois anos da grave crise hídrica em São Paulo, iniciada em 2014.
"Estamos avaliando todas as possibilidades, inclusive racionamento", afirma Rogério Cedraz, presidente da Embasa, companhia estadual de água e saneamento.
Medidas semelhantes estão sendo adotadas em Fortaleza, onde o principal reservatório, o açude Castanhão, tem atualmente apenas 6% de seu volume de água.
Ações emergenciais como a perfuração de poços, o aproveitamento da água do sistema hídrico do Cauípe e do açude Maranguapinho garantem o abastecimento da capital cearense.
O governo do Estado ainda não fala em adoção de rodízio no abastecimento de água das casas e diz realizar um "constante monitoramento" da situação dos mananciais.
Na prática, contudo, já há medidas de racionamento em curso: as indústrias da região metropolitana de Fortaleza, por exemplo, tiveram uma redução de 20% no fornecimento de água.
Também foi adotada uma tarifa de contingência para a capital e outros 17 municípios: o consumidor que não economizar até 20% em relação ao consumo médio pagará mais pela água.
PERÍODO CRUCIAL
Os próximos três meses serão cruciais para determinar a situação dos reservatórios nordestinos ao longo de 2017.
Em março, auge das chuvas no trecho do litoral entre o Maranhão e o Ceará, as chuvas reduziram o nível de severidade da seca. Mas não houve mudanças significativas no açude do Castanhão, o maior do Ceará.
Já na faixa costeira entre o Rio Grande do Norte e o sul da Bahia, onde a maior parte das chuvas vai de abril a junho, há esperança de melhora no nível de água das barragens.
Na últimas semanas, a chuva que causou transtornos no Recife ajudou a melhorar o nível dos reservatórios próximos. A barragem de Pirapama, em Cabo de Santo Agostinho, teve ganho de quatro pontos percentuais, saltando de 25% para 29%.
Nos cinco reservatórios próximos a Salvador, contudo, as últimas chuvas não foram suficiente para alterar o cenário crítico.
No Joanes 2, em áreas próximas ao povoado de Pitanga dos Palmares, chega a cem metros a distância entre o nível da água e a área onde os pescadores costumavam amarrar as suas canoas.
Sob céu nublado, depois de uma forte e rápida chuva que na capital baiana, Juscelino Silva dos Santos, 54, olha o horizonte e lamenta.
"Em 18 anos que moro aqui, nunca vi essa barragem seca desse jeito. Cheia, ela é linda, um mundão de água. Assim, é uma tristeza só", diz Santos, administrador de uma fazenda nas margens da represa.
Ele sobe na carroça e segue para mais um dia de trabalho entre bois e cavalos. Mais um dia de orações para ter chuvas. "Agora, o trabalho é com aquele lá de cima", afirma o administrador.

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II) preservar a diversidade e a integridade do patrimônio do país: nós des/MATA, queima, dana venenos, até o FIM.
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Foto do mapa do semiárido criado pela comunidade acadêmica de MERDA, com o apoio das mulas e bestas do apocalipse(já francamente em andamento);
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Existem 2 tipos de semiáridos na Terra; semiárido hídrico, quando a oferta de chuvas vai de 300 a 500mm ao ano, quando todos os outros elementos da Natureza são dependentes, o que significa dizer que a flora e a fauna são em número, espécies, portes proporcional aos elementos da Natureza e suas variáveis atmosféricas; o semiárido porque não tem SOLO, que é o caso do semiárido natural do NE - as caatingas; no NEBR existe, além das caatingas, outros semiáridos PORQUE não tem SOLO e por não tem solo, quarto elemento da Natureza a vida animal e vegetal, funa e flora é ínfima, se comparada a outras áreas do BR; Exemplo: as dunas de areia onde a cobertura vegetal se assemelha ao nível de cobertura vegetal da caatinga - de 0,02 a 0,20m3/m2; Os lençóis maranhenses, uma das áreas mais bem aquinhoada com água doce da Terra é um deserto ÚMIDO sem vida, ou de pouca vida (menos do que nas caatingas e nas dunas de areia do litoral NE); o semiárido oficial do mapa tem 1.200.000 km2, sendo 900.000 km2 no NE, e o restante na região Sudeste; estão incluídas as caatingas do sertão NE com 250.000 km2 em 8 dos 9 Estados do NE (exceto MA). O Maior deserto úmido da Terra (de pouca, ou nenhuma vida animal, ou vegetal) é a Antártida, ou Antártica, com cerca de 14.200.000km2; o deserto mais seco da Terra é o Atacama, no Chile, A. do Sul, onde passam-se dezenas de anos em cair um pingo de chuva.
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Semiárido de 1.200.000 km2 - 250.000 = 950.000 km2 de semiárido ARTIFICIAL criado pela ação nefasta do OMEBR, que se agrava (para desertificação) com o USO da água, uso do SOLO, USO, gasto, consumo, destruição da vida, ou seja, 1/8 do BR onde não se produz alimentos, nem para o OME que ocupa os 1.200.000 km2; o mínimo que cai de chuvas, por ANO no semiárido é de 400mm, ou 400.000m3 por km2, ou 400 milhões de litros por km2; para se produzir um quilo de feijão, soja são necessários 400 litros de água; 1kg de milho, 600 litros de água doce das chuvas; racionalmente cada pessoa necessita de 0m3 de água por ano para o abastecimento urbano; em 2.019 o semiárido de 1.200.000 km2 recebeu, em média, 700mm de chuvas, ou 700.000m3 por km2; Matemática não mente: a seca é fruto do analfabetismo científico BR, como se pode ratificar sobre o texto do Artigo 225 da constituição - meio ambiente: ora bolas, que chute fora da meta!

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