Publicação de Damião
Damião Medeiros
Baseando-se nas ações e obras da indústria da seca. Grande açude, não menos que 500.000 unidades; não toma água quando a oferta de chuvas é menor que 400mm/ano, com chuvas menor que 50mm em 24 horas. Na principal fotografia, vídeo do compositor Flávio Leandro, fundamentalmente sobre a modalidade, a ideia do carro pipa, que a qualquer momento não tem menos 100.000 no chamado semiárido, que chova, que faça Sol, água no estado lixo financiado e fiscalizado pelo governo federal, comumente depositada em cisternas do beiral de casa. Tem sido moeda de troca na formação dos currais eleitorais e compra de votos; o Homem nordestino cada vez mais sedento e famélico, doente, atrasado (IDH), analfabeto funcional, pouco cria, mal copia.
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Damião Medeiros
Um tipo de obra hídrica, sem futuro, da alçada do governo municipal para manter seus currais eleitorais, prendendo famílias inteiras no voto cativo, hereditários de famílias políticas, os chamados coronéis, que se alimentam da desgraça alheia, há 200 anos, sempre circundando o necessitado para mantê-lo preso, dependente.
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Damião Medeiros
obra chamada de barragem subterrânea totalmente incoerente como obra hídrica; de acordo com os idealizadores (Ong ASA - articulação do semiárido, Bairro do Espinheiro, Recife-PE) a água corrente no tempo das chuvas seria forçada a se infiltrar no terreno formando um lençol de água subterrânea que assim disponibilizaria de água doce para irrigação de lavoura; tão incoerente quando alguém querer ir pro céu procurando o inferno.
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Damião Medeiros
São 16 modalidades de obras da indústria da seca que somam 20 milhões de unidades nos últimos 100 anos, incluindo a fatídica transposição de lixo líquido do Rio São Francisco para 2% do semiárido; poço tubular e tanques secos; há um poço/tanque desses para cada 20km2 do semiárido, 2/3 estão secos, ou com uma vazão de água salgada menor que 20 litros por hora, o que não compensa explorar; a água subterrânea é limitada, com: 1) redução na oferta de chuvas; 2) endurecimento do terreno pelo desmatamento incondicional, não há drenagem de água da chuva; 3) exploração demasiada na extração desse líquido, maior que a vazão. 4) salinizada pela presença de cloreto e nitrato de sódio, imprópria para a vida fora dos Oceanos.
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Damião Medeiros
O mais incrível é o governo e comunidade acadêmica convencerem, há dezenas de anos, o Homem nordestino de que essas obras inúteis são formas de conviver coma seca





Conviver com a seca.
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