ISRAEL: O PEQUENO GIGANTE DA INOVAÇÃO E DA HISTÓRIA
Israel é frequentemente descrito como um país de contrastes profundos: uma terra onde ruínas de 3.000 anos convivem com arranha-céus de vidro e laboratórios de inteligência artificial. Com uma área de apenas 22 mil km², o país prova que a influência global não depende do tamanho territorial, mas da densidade de conhecimento e resiliência histórica.
A dualidade israelense é visível em suas duas principais metrópoles. De um lado, Jerusalém, o epicentro espiritual do mundo, sagrada para judeus, cristãos e mulçumanos. Do outro, Tel Aviv, o motor econômico e cultural, famosa por sua vida noturna vibrante e por ser o coração da "Nação das Startups".
Israel lidera mundialmente em investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em relação ao seu PIB. Essa cultura de inovação não é por acaso; a necessidade de sobrevivência e a escassez de recursos naturais forçaram o país a "inventar" soluções que hoje o mundo inteiro utiliza.
Mais de 50% do território é ocupado pelo Deserto do Neguev, um laboratório a céu aberto para tecnologias ambientais. É ali que Israel desenvolveu a irrigação por gotejamento, uma técnica que permite cultivar alimentos em solo árido com eficiência hídrica máxima.
Ao leste, o país abriga o Mar Morto, o ponto mais baixo da face da Terra:
Altitude: Aproximadamente -430 metros em relação ao nível do mar.
Salinidade: Cerca de 34%, o que torna a água tão densa que é impossível afundar. 

Fundado em 1948, Israel é o único Estado judeu do mundo. Sua estrutura social é marcada pelo serviço militar obrigatório para homens e mulheres, o que molda a disciplina e a rede de contatos profissionais da juventude.
Idiomas: O Hebraico é a língua oficial — um dos raros casos de uma língua antiga ressuscitada para o uso moderno. O Árabe mantém um status especial, sendo falado por cerca de 20% da população.
Israel nos ensina que, com investimento em educação e ciência, é possível fazer florescer até o deserto mais árido. 

Fontes: Israel Central Bureau of Statistics (CBS) / World Bank (R&D Expenditure) / UNESCO World Heritage Centre / Ministério do Turismo de Israel.
Severino Medeiros
Israel, antes Canaã, na palestina; segundo a bíblia judaica/cristã, Deus dos judeus apareceu a Abraão, 17ª descendência de Adão/Eva (Lc 3,23-38) na Cidade de Ur dos Caldeus(Irã, Iraque) sugerindo-lhe que deixasse a terra dos seus pais(pagãos, de muitos deuses) e fosse para a Palestina), tomando a terra dos Cananeus, onde corria leite e mel com fartura. Abraão (viveu 1.800 anos antes de Jesus nascer) tomou seus bens, família (incluindo Ló, sobrinho e irmão de criação) viajando muito dias; ao chegar em Canaã expulsou os ocupantes, tomando posse; Canaã é deserto seco onde chove pouco, mas tem o rio Jordão que é perenizado pelo desgelo das montanhas ás nascentes; ali se instalou com seu gado, mas a SECA o obrigou a arribar, principalmente para o Egito, que mesmo sendo deserto seco de pouca chuva tem o rio Nilo, o segundo maior da Terra em volume de água e extensão; tempos depois a maior parte dos descendentes de Abraão fugiram da seca de Canaã, ou Israel, onde viveram 450 no Egito; para quem não sabe todos esses povos citados no Post de Ciência em Foco são descendentes de Abraão, o pai dos crentes (monoteístas) que surgiu com Adão e Eva na Mesopotâmia, A CIVILIZAÇÃO HUMANA, O Homo Sapiens, a 17ª espécie de Hominídeos.
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Marcio Jose Domingues
ISRAEL É A CACHORRINHA DO TRUMP
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