sábado, 11 de outubro de 2025

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 de panDEMÔNIOS á pandemia - 17.

Damião Medeiros
El Niño simultaneamente com o aquecimento global estão derretendo, fogueando e secando grande parte da Amazônia; o aquecimento está no começo; parte da comunidade acadêmica saber em estudos continuados nos últimos 200 anos que a ação do Homem, no envolvimento insustentável tem grande parcela de culpa; o El Niño fenômeno climático foi cíclico de 5 em 5, ou de 8 em 8 anos, começava em dezembro (nascimento de Jesus, O Menino), com o aquecimento da superfície da água de Parte do Oceano Pacífico, o que se refletia nas correntes de Ar, evaporação de água da hidrosfera e litosfera, correntes marítimas, frentes de ventos, aquecimento na atmosfera, formação de nuvens e de chuvas, durando até, no máximo, outubro do ano seguinte, o que significa que no Brasil trazia mais chuvas do que o normal em determinadas áreas, e reduzia a oferta de chuvas em parte da Amazônia; e no semiárido NE reduzia a 1/3 da média de chuvas; grande parte das formas de vida animal e vegetal estavam aclimatadas para essa drástica redução de chuvas, utilizando mecanismos biológicos para diminuir a dependência de água, e armazenando água no corpo, como faz o Umbuzeiro. O El Niño em 2.023 começou a atuar no semiárido no mês de Março, enquanto a estação chuvosa começa em janeiro, permitindo chover de 300 a 600mm em 800.000km2 do NE; a partir de abril as precipitações se distanciaram em até 10 dias, abaixo de 10mm, enquanto a perda de água é de uma lâmina de água de 10mm nos reservatórios, por DIA e 3,5mm por m2 no chão, por dia; a perda de água nos corpos vivos, no momento, é o dobro do que seria sem El Niño + aquecimento global; a matemática da água não fecha, o que se entende como déficit hídrico para a vida que precisa de água o tempo todo; o Vegetal escolhe o lugar para nascer e viver de acordo com os 4 Elementos da Natureza e suas variáveis Atmosféricas, de tal modo que 90% das plantas nativas no agreste RN não nascem na zona da mata RN, contígua; i vice-versa. Os elementos da Natureza são interdependentes a ponto de que o aumento da temperatura (com a presença dos 2 fenômenos citados) baixa a umidade do ar, o ventos secos, doidões; plantas, autótrofas, sofrem danos no metabolismo, não crescem, não se reproduzem, murcham, secam, morrem; os animais escolhem o lugar de nascer e viver de acordo com o nível de cobertura vegetal, enquanto os microrganismos proliferam beneficiados nos extremos climáticos de aumento de temperatura; Sabe-se que a cobertura vegetal é o quinto Elemento da Natureza, tal seu comprometimento com o equilíbrio do clima; Mas, a planta se compõe 60% de água, e como UM ELO do ciclo da água interage com água na atmosfera, no SOLO, no AR, e com outros seres vivos; para que a Humanidade possa atenuar os efeitos do aquecimento global é necessário Captar e armazenar água DOCE para criar e manter permanentemente uma cobertura vegetal de 200m3 por pessoa.
Damião Medeiros
Qual as dimensões aparente dessa cisterna forrada com lona. membrana, manta PVC. em forma trapezoide: 30 X 15 X 8= 3.600m3, ou 3.600.000 litros de capacidade volumétrica; a lona impermeável; a cisterna recebeu uma estrutura (de ferro) para um TETO, que pode ser lona, manta PVC; a lona é fabricada em São Paulo, mas tem distribuição por todo Brasil; a espessura em micras; micron, microns = 0,001 milímetro de espessura - 100 micras = 0,1mm; existe máquina a calor para emendar, cozer a lona; para captar a água das chuvas constrói-se, com LONA (impermeabilização) um rio, ou seja, uma bica no chão para captar a água diretamente da nuvens/chuvas e simultaneamente canalizar para a(s) cisterna(s); qual as dimensões da área de captação; Relação entre volume de água da chuva e volume de água que se quer armazenar; dimensões da cisterna: de acordo com o volume de água a ser captada; a única limitação é quanto a largura para a estrutura de suspensão do TETO, que pode ser de madeira, como o o teto de uma casa; Ex: 1 mm de chuvas em uma área impermeabilizada com 10 X 1.000 = 10.000m2, 1mm=1L/m2 = 10.000 litros, ou 10m3.
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Damião Medeiros
Canal da transposição de água do RSF para 10% do semiárido recebe um forro de manta plástica para perfeita impermeabilização e sobre a lona as lajotas de cimento para proteger a lona contra objetos contundentes e luz solar. A lona na água dura um eternidade.
Damião Medeiros
Correspondência (mensagem) do então Comandante do1º grupamento de Engenharia e construção em João Pessoa-PB que inicialmente fora encarregado pelo governo federal para a execução da transposição do RSF para o NE.
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Damião Medeiros
Canal com camisa de plástico (cinza/branco) a forma mais segura e econômica para se transferir água do excesso para a escassez; a cor branca reflete a luz do Sol, evitando o ressecamento do plástico, aumentando a durabilidade; no caso do canal nivelado (cota única) a água escorre sem aceleração, sem motor de acordo com Lei da Mecânica dos fluidos, pode receber um teto de lona, como um cano, para evitar a perda por evaporação, ou contaminação.
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Damião Medeiros
O PROJETO pode ser executado em qualquer lugar do semiárido que para o abastecimento urbano, com total higiene, tal qual vem das nuvens, o mais próximo da cidade, para facilitar a transferência de água, porém protegido da poluição, lixo e esgotos urban… 
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Damião Medeiros
Tanque, ou cisterna com camisa de lona para a criação de peixes, no campo;
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Damião Medeiros
Se centenas de autoridades e instituições dos 3 poderes da república BR tomaram conhecimento de SOLUÇÃO para extirpar a seca NE, desde 1.992, por se OMITIRAM e até construíram evasivas covardes, irresponsáveis, e ainda investir bilhões de reais em 20 milhões de obras hídricas, inúteis em 16 modalidades.
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Damião Medeiros
De acordo com a letra do samba do crioulo doido.
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Damião Medeiros
Esperma do diabo no semiárido.
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Damião Medeiros
O diabo obrou aqui.
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