sexta-feira, 22 de junho de 2018

Parece lógica; aproveitemos a criação visual.

Estudo publicado pela revista Nature Climate Change prova que, devido ao acréscimo de carbono no ar, uma plantação de um hectare consome hoje 5000 litros de água a mais, por dia, que cinquenta anos atrás.
Saiba mais:
"Carbono em excesso aumenta a sede das plantas, revela estudo" - Observatório do Clima, https://goo.gl/2k6faE 29/11/2017

2 comentários:

  1. Para nós, FEMeA que estamos há 26 anos tentando convencer o governo, a comunidade acadêmica e o povo brasileiro, com a divulgação maciça que em 1.992 refletia, com dados científicos precisos, que a destruição incondicional, com FOGO, da cobertura vegetal nativa em 2/3 do NE implicaria em uma catástrofe ambiental descomunal que subentende a redução na oferta de chuvas, aumento da evaporação de água nos reservatórios dessa área, redução na umidade do ar, aumento da temperatura, aumento da evaporação de água no solo, aumento da perda de água nos corpos de vegetais(incluindo a lavoura); perda nos corpos dos animais(incluindo o Homem), daria como resultado prático o aumento da área do semiárido, criação de desertos secos e sem vida, falta de água doce limpa para o abastecimento urbano, obrigando o governo a reduzir a densidade demográfica do NE em 50%, ou forçando o Homem NE a buscar refrigério na Amazônia, já que as regiões Sul e Sudeste, antes acolhedora do NE, sofreriam os mesmos vetores da seca NE; no comentário 2, seguinte vamos comparar a imagem da reportagem transcrita, com imagens 2, 3 4 e 5 do nosso arquivo, para mostrar o quanto o aumento de CO2 e de outros gases da poluição concorreram para o desastre retratados nessas fotos que tem menos de 10 anos.

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  2. O fogo da foto 1, queimadas de madeira, plantas verdes, aconteceu dezenas de vezes, nos últimos 26 anos em toda essa área do NE. as plantas verdes, de CERRADO - mais de 400 espécies de vegetais, mais 0,50m3 por m2 foram queimadas anos após anos, até a extinção; na foto 2 o desastre da cooperativa agrícola nominada, onde Deus seria fiel, porém o OME, não, aconteceu do ano 2.000, quando o assentamento do Incra foi criado (em 1.999), quando o cultivo de cana-de-açúcar e usina de beneficiamento da cana faliram em 2007, pois a oferta de chuvas na área (agreste) foi reduzida em 50% nos anos de 2.001, 2.002, 2.003, 2.005, 2.006 e 2.007; mesmo tendo chovido muito (com La niña) em 2.004, não foi suficiente para repor a perda de vida nativa com o desmatamento para os campos do canavial, além do mais que o OMENE capta e armazena menos de 5% da água das chuvas precipitadas, que a essas alturas estavam estabelecidos os vetores (por conta das agressões ambientais)de perda de água citados no comentário anterior;causa espanto que apesar da mudança climática em tão pouco tempo, que resulta no fracasso na produção de alimentos na agropecuária; na falta de água doce limpa para o abastecimento urbano (até na zona da mata NE entre Natal e Salvador), o governo, a comunidade acadêmica e população em geral, mesmo sofrendo as consequências dessa catástrofe, não se deram conta de que era necessária uma mudança de comportamento para salvar o NE e adiar o apocalipse no BR; a publicação na Revista referenciada (que transcrevemos) é bastante creditada em países de primeiro e segundo mundos,porém no BR, com mais da metade dos 210 milhões de habitantes em estágio de ZUMBIS, gado drogado, não melhora em nada o comportamento destrutivo dos BR com suas riquezas naturais; no BR somente duas atividades são levadas a contento: futebol e carnaval, levando vantagem e aplicando o jeitinho BR com fanatismo, idolatria, omissão, irresponsabilidade, corrupção, prostituição, drogas; lembrando que todo(a) brasileiro(a) tem um preço, que pode ser "preço de bananas" na república das bananas.

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