Bem que essa imagem tomada a partir da parede de um açude vazio, no agreste RN, com nossa equipe no porão seco, exibindo nossas mensagens informativas sobre o desastre, a catástrofe facilmente identificada, poderia ser modelo de Educação Ambiental Científica em todas as culturas da Terra. Mas o que temos a acrescentar é que nessa área do RN choveu, em 2.014, quatrocentos litros de água por m², como se fosse uma lâmina de água de 40cm de espessura em toda área, ou ainda, 400 milhões de litros por km²; a área sem vegetação, aonde estar nossa equipe, foi ocupada por água das chuvas em 2.014; A evaporação de água dos açudes no NE é de 11L/m²/ dia; no ano são 365 x 11= 4.015 litros por m², ou a evaporação de uma lâmina de água de 4,015m de espessura.
Educação ambiental.
A barraginha, ideia da engenharia brasileira, executada no semiárido com recursos públicos; o termo "barraginha" poderia significar barrar (prender) o dinheiro público nas contas bancárias dos espertinhos que constituem os agentes do governo no NE - sindicatos rurais, prefeituras, Incra, políticos, ONGs.
Se não há passado não tem futuro; estamos alternando publicações, potagens de DSORIEDEM.BLOGSPOT.COM (2.012- 2.015) com postagens de 2.019 para um estudo de comparação, que ao nosso VER, imprescindível à compreensão da seca artificial NE. Na primeira abordagem acima um açude fantasma no meio de serras, quando a evaporação de água do açude chegava a 11L/m2/dia; não é dado arbitrário, mas fruto de pesquisa em oficinas, o que significa dizer que o ambiente do açude, a localização entre elevações de pedras, tanto poderia ser favorável para captar água das chuvas,por conta das serras íngremes de pedras e lajedos impermeáveis, como maior perda de água por conta dos lajedos nas elevações, quanto embaixo da represa de água; São elementos que a engenharia brasileira desconhece na implantação de um açude, nessa área do NE. A seca somos nós; nada a ver com falta de chuvas.
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