Vídeo mostra a lavoura com 15 dias de vida, apesar de que a terra está molhada há 80 dias de 2.019, o que significa dizer que a lavoura de milho e feijão já deveria está produzindo alimento milho verde e feijão verde; o terreno da várzea do rio morto está permanentemente desmatada desde o Século XVIII, quando essas terras do agreste foram ocupadas para lavoura de subsistência e criação de gado, pelo Homem que fugia da zona da mata RN, totalmente devastada para o plantio de cana-de-açúcar desde o Século XVII, e densamente povoada, pressionando o Homem a buscar novas terras para viver, que no caso veio primeiramente o agreste, contíguo á zona da mata, e depois o sertão que tem o agreste no meio, entre Bento Fernandes - RN e Canguaretama - RN; logicamente há uma diferença geológica, geográfica, hídrica entre ageste e sertão, lembrando que a zona da mata RN faz parte da zona da mata NE , e esta é parte da zona da mata BR que vai de Ceará Mirim - RN ao RGS, onde a oferta de chuvas era maior que 2.000mm ao ano; consequentemente o agreste recebia melhor oferta de chuvas do que o sertão (não era semiárido); no sertão existem as caatingas (2) que são semiárido natural do NE porque não tem solo, e consequentemente são clareiras com até 2.000m2 sem vegetação permanente; as caatingas somam 250.000 km2 em 8 dos 9 Estados do NE, e em alguns desses Estados as caatingas concorre para impor condições climáticas a outras áreas do sertão; o RN tem cerca de 10.000 km2 de caatingas em um sertão de + ou menos 38.000km2. na foto 1 o Homem mecanizado - moto serra, eliminando (roçado, lenha, carvão) a cobertura vegetal secundária pela 5ª ou 6ª vez nos últimos 80 anos, o que concorreu para que o agreste virasse semiárido; 2) caatinga não tem solo; o que se vê o sub solo pedregoso, um xerém de pedras irregulares, cortantes, e as vezes seixos com mais de 1 kg. 3 e 4) no rio morto do sertão, que já foi temporário até final do século XVIII. Há uma diferença entre rio seco, morto e rio temporário, mas no caso do NEBR foi obra do terrorismo tecnológico do Homem NE.
Vídeo mostra a lavoura com 15 dias de vida, apesar de que a terra está molhada há 80 dias de 2.019, o que significa dizer que a lavoura de milho e feijão já deveria está produzindo alimento milho verde e feijão verde; o terreno da várzea do rio morto está permanentemente desmatada desde o Século XVIII, quando essas terras do agreste foram ocupadas para lavoura de subsistência e criação de gado, pelo Homem que fugia da zona da mata RN, totalmente devastada para o plantio de cana-de-açúcar desde o Século XVII, e densamente povoada, pressionando o Homem a buscar novas terras para viver, que no caso veio primeiramente o agreste, contíguo á zona da mata, e depois o sertão que tem o agreste no meio, entre Bento Fernandes - RN e Canguaretama - RN; logicamente há uma diferença geológica, geográfica, hídrica entre ageste e sertão, lembrando que a zona da mata RN faz parte da zona da mata NE , e esta é parte da zona da mata BR que vai de Ceará Mirim - RN ao RGS, onde a oferta de chuvas era maior que 2.000mm ao ano; consequentemente o agreste recebia melhor oferta de chuvas do que o sertão (não era semiárido); no sertão existem as caatingas (2) que são semiárido natural do NE porque não tem solo, e consequentemente são clareiras com até 2.000m2 sem vegetação permanente; as caatingas somam 250.000 km2 em 8 dos 9 Estados do NE, e em alguns desses Estados as caatingas concorre para impor condições climáticas a outras áreas do sertão; o RN tem cerca de 10.000 km2 de caatingas em um sertão de + ou menos 38.000km2. na foto 1 o Homem mecanizado - moto serra, eliminando (roçado, lenha, carvão) a cobertura vegetal secundária pela 5ª ou 6ª vez nos últimos 80 anos, o que concorreu para que o agreste virasse semiárido; 2) caatinga não tem solo; o que se vê o sub solo pedregoso, um xerém de pedras irregulares, cortantes, e as vezes seixos com mais de 1 kg. 3 e 4) no rio morto do sertão, que já foi temporário até final do século XVIII. Há uma diferença entre rio seco, morto e rio temporário, mas no caso do NEBR foi obra do terrorismo tecnológico do Homem NE.
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