segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Qual o preço de se PRODUZIR Educação Ambiental no BR.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Educação ambiental.

Isto que se vê no fundo de um açude no agreste RN é água tão salgada quanto no Mar; são 2 gramas de sal por litro de água, imprópria para a vida nas terras emersas; à medida que a água vai evaporando, por conta da alta intensidade de luz, o sal vai cobrindo a terra ( que aparece branca na fotografia); ainda se vê algumas plantas verdes, capins, em torno dessa área; por que, se a água é salgada? O  açude armazena água proveniente da água DOCE das chuvas; o SAL, cloreto e nitrato de sódio é do CHÃO; quando o açude está cheio a água é doce, devido o grande volume de água, enquanto que o volume de sal é o mesmo; se hoje tem-se 3 gramas de sal por litro de água, com o açude cheio seria um grama de sal para um mil  litros de água; toda água que tem contato com o chão tem SAL; toda água da Terra é proveniente de um regime de chuvas de água DOCE, inclusive o primeiro Oceano da Terra foi formado com água doce; como não há água das chuvas (nem do desgelo) de água doce que possa renovar a água dos Oceanos - 97,3% da água da Terra,  os Oceanos têm água salgada; o Mar morto, mar interno, dentro do Continente, tem uma densidade de sal tão alta que os corpos flutuam, por que nessa área do  Oriente Médio não chove mais que 200mm/ano, e os rios que são abastecidos com o desgelo (de água doce) das montanhas estão secando; Se todos os anos os açudes do semiárido enchessem com água DOCE das chuvas não haveria o SAL, já que as enchentes levariam o sal pelo sangradouro do açude; ENSINAMENTO: para reduzir o teor de sal na água, injeta-se água doce das chuvas no reservatório;  no caso dos lençóis subterrâneos, onde todos os poços tubulares têm água salgada, a causa é a mesma:  com o desmatamento bestial, com fogo, do NE, a infiltração de água das chuvas foi reduzida de 20% para 3% - as raízes das árvores facilitavam a infiltração de água; o fogo das coivaras , queimadas, fogueiras "endureceu" o terreno, impermeabilizando-o; a chuva diminuiu; a água do lençol foi sendo extraída pelos poços tubulares, sem se renovar, sem reposição - maior teor de sal em menor volume de água; injetando-se água doce das chuvas, abundantemente, pelos poços tubulares (saturando-os com água doce das chuvas captada junto ao poço em lona plastica) a água do lençol vai ter a salinidade reduzida, tornando-se compatível com a a vida animal e vegetal nas terras emersas. Se junto a cada poço tubular (que existe aos milhares) de água salgada no semiárido  reservassem uma área de 5 hectares, forradas com lona plástica, no tempo das chuvas, poderia-se captar 50.000m² X 300L= 15 milhões de litros de água com 300mm de chuvas, injetando-a no poço; seria como criar um lençol de água subterrânea com 30cm de espessura, ocupando uma área de 50.000m²; repetindo-se essa operação durante 3 anos (3 invernos) não haveria água salgada subterrânea o NE;

Educação ambiental.

O salitre, sal artificial criado no semiárido NE, destrói as melhores terras agrícolas do seminário - as várzeas dos rios e riachos temporários, e fez com que toda água subterrânea e nos açudes do semiárido seja salgada; significa dizer que há 200 anos não havia salitre, não havia água salgada no semiárido; mas por que somente as várzeas e as calhas dos riachos e rios do semiárido tem salitre? Os rios são as maiores depressões do terreno do semiárido  para onde escorre, no tempo das chuvas, todo material das partes altas; as queimadas de madeira - coivaras, fogueiras, queimadas são culturais no NE, e acontece em todas as áreas; a  fumaça, fuligem da queima de madeira se expande por toda atmosfera, gerando ácido nítrico HNO³ que a água das chuvas, ou o ar "descendente" deposita em todo o semiárido, MAS como a água da chuva leva toda cinza da madeira queimada para a depressão maior, no caso as várzeas, rios e riachos, somente nessas depressões existe a concentração de cinzas com CLORO suficiente para formar o SALITRE - NaNO³.  Esta fotografia mostra um riacho seco forrado de sal, no agreste RN, e vendo-se suas várzeas largas cobertas por uma grama chamada pirrichil, própria das praias salinizadas do NE,e a árvore algaroba, árvore invasiva trazida de desertos ecos, salinizados; nenhuma planta nativa do semiárido nasce nessas várzeas salinizadas, nenhuma lavoura pode ser desenvolvida nessas várzeas, mesmo no tempo das chuvas de água doce; pode-se afirmar, com convicção, que o agropecuarista  nordestino, transformou, com FOGO, terras úmidas e férteis (as várzeas) em desertos - escassez de vida; considerando que a vida animal, fauna, é proporcional (massa orgânica animal) á massa vegetal, reino produtor de alimentos, nenhum animal se aventura a viver nesse ambiente hostil; mesmo o gado bovino, que antes se alimentava das vagens da algaroba estão desaparecendo (morrendo), já que essa árvore invasiva - a algaroba deixa de se reproduzir (botar vagens) quando atinge o clímax, ou seja, quando nenhuma outra planta consegue sobreviver debaixo de sua copa (nem mesmo a grama pirrichil); sabe-se, também, que a algaroba, uma leguminosa, contribui para aumentar a salinidade do solo;

Educação ambiental.

O Sal que mata o semiárido nordestino é produzido pela agropecuária paleolítica nordestina - o nitrato de sódio NaNO³, é o ácido nítrico HNO³ + sódio = NA; nesta fotografia um riacho seco, com o leito coberto de sal - nitrato de sódio - salitre; o ácido nítrico, molécula gasosa formada por um átomo do gás Hidrogênio (H), um átomo do gás Nitrogênio (N) e ozônio (O³) de 3 átomos o gás Oxigênio; os  gases hidrogênio, nitrogênio e oxigênio, elementos químicos,   estão independentes na atmosfera, ou formando molécula H²,N², O³; para formar a molécula  HNO³ é necessário uma forma de energia, extra,  capaz de aglutinar os 3 átomos dos elementos químicos  HNO; com a queimada de madeira na litosfera, a celulose incinerada, desprovida de umidade, sobe para a atmosfera em forma de fumaça, fuligem, corpo estranho que atrai eletronicamente os gases HNO³, se constituindo em uma molécula HNO³ - cujo núcleo é a partícula da  fumaça ou fuligem, que também tem origem na queima de  combustíveis fósseis; as chuvas (no seu tempo) rebocam todo corpo estranho, lixo,  da atmosfera para o chão, no caso o ácido nítrico; ao chegar no chão o ácido nítrico é atraído, eletronicamente, para a abundância de  cinzas da madeira queimada onde predominantemente existe o Sódio - Na, elemento químico mineral, nutriente dos corpos animal e vegetal, formando a molécula de salitre - NaNO³.

Um comentário:

  1. O texto de 24 de dezembro de 2.013 transcrito de DSORIEDEM.BLOGSPOT.COM, dá a resposta do Título dessa postagem, com 3 postagens sobre a destruição, com SAL artificial, das terras mais férteis e úmidas do NE; fez diferença, a publicação? Sim, o problema da salinização das terras nessas áreas duplicou nos últimos 5 anos (2.013-2.018), e hoje o RN, por exemplo, produz (que chova, que faça Sol) menos de 5% da massa de alimentos que seus (cerca de ) 2,4 milhões de habitantes consomem; não há produção agropecuária - na época das chuvas no RN são 20 hectares de terras por cabeça de gado bovino, mAS NO VERÃO SECO, QUE PODE DURAR 240 DIAS, são 100 hectares (1 km2) por cabeça de gado, ou seja, no máximo 53.000 cabeças de gado no Estado; não há emprego, renda, não há segurança ( o estado mais violento do BR); não há saúde (hospitais, remédios); não há ensino, educação (de quinto mundo); um verdadeiro pandemônio; mostrar ao governo e comunidade acadêmica RN (estamos FEMeA fazendo isso desde 2.005) que com Educação Ambiental Científica poderia-se solucionar todos os seus problemas ambientais e sociais (artificiais, criados pela ignorância) é o mesmo que "ferreiro" bater em ferro frio (sem o aquecimento no forno), é estranho para os governantes, para a comunidade acadêmica RN, e para a população em geral (a maioria não acredita que o Homem foi á Lua) é como se nós, FEMeA, fôssemos de outro Planeta.

    ResponderExcluir